Meses se passaram desde o último encontro, anos até. A mesma alegria contagiante vem me empolgar, as idéias frescas me tiram de fora do meu casulo, aquele em que eu insisto em me esconder. Por preguiça, por comodismo, por saber que no fundo ela está bem, ela sabe se cuidar. Ela é guerreira e sei que tenho lugar cativo no seu coração-mundão. Não que eu não goste de manter contato, o difícil é ter que rompê-lo. São muitos quilômetros, são muitas obrigações, são muitos trabalhos, é pouca vida pra tanta ânsia de vida... Nela me encanta a capacidade que tem de ir até o fim num projeto, num sonho, num plano. Enquanto eu me perco entre as mil possibilidades, ela é o farol sempre acesso que lança esperança na noite aos marinheiros que nem sequer mais lembram pra onde navegavam. Ela é o soldado que atravessa ileso a areia movediça do pântano que é a nossa rotina. Ela é a poesia, a melodia, a promessa do sempre estarei aqui. Ela é a estrela mais verdadeira e o suave beijo que encanta. É ela: Estela.
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